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Covid-19: China deixa cair Estados Unidos e torna-se na maior potência económica do mundo
28/03/2020 09:35 em Novidades

Temos vindo a notar duas constantes perversas na luta efectiva entre as maiores potências do mundo, não sendo um fim teórico, mas agora, de forma directa, um fim prático. O grande asiático teve de ser vítima de mais de 72 mil pessoas contagiadas pelo novo coronavírus. Porém, dessas, perto de 81 mil pessoas contagiadas pelo novo coronavírus já recuperaram da infecção.

Com o país na iminência de ultrapassar o surto que se espalhou pelo mundo, passa agora a possuir um aumento progressivo dos luxos em termos económicos, ajudando até europeus a recuperarem suas economias devastadas pelo surto. As previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2020 apontam para um avanço fascinante. O resultado poderá mesmo ser, pela primeira vez em quase um milénio, a China a tornar – se na maior potência da economia mundial, como afirmava o presidente chinês Xi Jinping “Estamos prestes a dar início de uma nova era na China e no mundo todo. Quer as pessoas estejam prontas ou não, essa é a verdade. A nossa economia jamais teve tantos frutos como actualmente. O nosso exército não para de desenvolver – se em número, e em qualidade. No mar, na terra e no céu. Nós venceremos. A China jamais será humilhada. Como terá sido humilhada ao longo da segunda guerra mundial. Nenhum País do mundo, nem sequer o EUA, tem mais o poder de vir mandar o que a China deve fazer ou não deve fazer. Brevemente, o mundo perceberá essa mensagem. A nossa prioridade é o diálogo, mas eles querem a guerra. Isso irá acontecer, será fatal. Jamais nos ajoelharemos diante das maiores potências do mundo. A China cresceu, e isso é inevitável. Somos insuperáveis. Quer os maiores deste mundo, queiram ou não. Se quiseres saber como foi o seu passado, olha para quem você é hoje. Espera o melhor, prepara – te para o pior e aceita o que vier.”

A China que vem sendo acusada de possuir a segunda maior economia do mundo, agora tomou o peso da evidência contrária, tornando – se na primeira economia global para o futuro breve, depois do surto causado pelo coronavírus passar. A fragilidade da economia americana verifica – se no orgulho das guerras, cujo âmbito visa querer ser o melhor Estado do mundo, destituindo nações soberanas, e extraindo riquezas em nações mais fracas que as suas, nunca as ajudando crescer. Os americanos, não têm disposição alguma em ajudar as demais nações para crescer economicamente, excepto o que terá acontecido ao longo da segunda guerra mundial, em que se terão dispostos a recuperar a economia global, começando pela Europa, de lá para cá, tudo para eles e nada para os demais países. Os americanos nunca deram os seus favores sem nada em troca, tudo quanto fazem pedem recursos naturais em troca.

Sem potência para acudir as demais economias do mundo, e permiti – las crescer, os americanos acham que os demais países devem apenas servi – los com matéria-prima, e, demais recursos, permitir o crescimento da economia americana sem rentabilidade nenhuma.

Recordemos, os EUA ajudaram Angola a transpor a era da guerra, mas em troca pediram o petróleo. Exploraram o petróleo angolano durante mais de cinco anos sequenciais, a um preço de bandeja, porém, nunca ajudaram Angola à reverter a sua economia, nem sequer na reconstrução nacional se dispuseram a ajudar o País a transpor as cinzas da guerra. Os americanos com o seu egocentrismo descomunal, sempre acharam que fossem os melhores do mundo, e, ninguém os poderia substituir, mas é o gigante chinês, quem deu um KO táctico e deixou economia americana deitada ao tapete. Os EUA nunca deram exemplo de bem para o mundo inteiro, segundo verificações empíricas os poderes económicos dos EUA são dotados de força, poderes fácticos e aplicações autoritárias, ou até pró – totalitárias de legislações antigas, onde os fortes e poderosos dominam as nações mais fracas tendo sempre como objectivo fulcral o bem de suas nações por meio de um semi – imperialismo global. Evidentemente, o governo americano, tem - se mostrado como o mais poderoso economicamente ao nível global, e, historicamente, muito perverso e ditatorial para os demais Estados do mundo, cujo foco, visa ganhar dividendos e lucros económicos para a sua economia, tendo consumido 70% da economia do globo ao longo da história mundial, cujo fim único era: “ser o melhor do mundo.”

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