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Covid-19: Passageiros provenientes de Portugal recusam seguir para quarentena e criam confusão no Aeroporto 04 de Fevereiro
18/03/2020 13:35 em Novidades

Portugal foi um dos três países europeus que entraram na terça-feira para a lista de quarentena obrigatória para todos os passageiros que cheguem a Luanda a partir de hoje, quarta-feira, 18.

 

Mas a chegada de dois voos quase em simultâneo, das cidades do Porto e de Lisboa, está a gerar uma enorme confusão, como o Novo Jornal está a acompanhar no local. Tratamento privilegiado para um grupo de passageiros está a acirrar os ânimos.

Segundo foi possível observar no Aeroporto Internacional 04 de Fevereiro, logo nas primeiras horas do dia de hoje, centenas de passageiros estavam a recusar seguir para quarentena, como, de resto, vários vídeos espalhados pelas redes sociais confirmavam.

Isto, porque, alegadamente, um pequeno grupo de passageiros foi alvo de tratamento privilegiado face aos restantes, como vários passageiros afirmam em vídeos divulgados nas redes sociais, e, por isso, oposto resistência à deslocação para os centros de quarentena criados para estas situações, como aconselha a Organização Mundial de Saúde (OMS).

No entanto, um oficial da Polícia Nacional em serviço à segurança do Aeroporto 4 de Fevereiro, garantiu ao Novo Jornal, no local, que não corresponde à verdade qualquer tratamento anormal a passageiros chegados de Portugal.

O oficial da PN garantiu ainda que, sem excepções, todos os passageiros tiveram o mesmo tratamento.

O Novo Jornal soube ainda que os passageiros dos dois voos, de LIsboa e Porto, foram colocados numa sala única enquanto aguardam que seja encontrada uma solução ao abrigo das actuais disposições anunciadas pela Comissão Interministerial para a Resposta à Pandemia do Coronavírus liderada pela Ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.

Portugal, Espanha e França entram na lista de países com entrada restrita em Angola devido ao coronavírus Covid-19, tendo o Ministério da Saúde decretado a quarentena obrigatória, de, no mínimo, 14 dias, para cidadãos nacionais ou residentes estrangeiros que tenham estado nestes países.

Esta é uma das medidas decididas pela Comissão Interministerial para a Resposta à Pandemia do Coronavírus, que se reuniu hoje em para avaliar as medidas de Prevenção e o Plano Nacional de Contingência para o controlo da Pandemia COVID-19.

O Novo Jornal está a tentar obter explicações junto da TAAG.

Fonte: angola24horas

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